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Manutenção: o Primeiro Escudo na Prevenção de Crises Organizacionais

  • Foto do escritor: Eduardo L. Lozano de Camp
    Eduardo L. Lozano de Camp
  • há 25 minutos
  • 1 min de leitura

A manutenção vai além da operação diária: ela é o primeiro escudo da empresa, protegendo tanto os resultados quanto evitando crises que podem ultrapassar os muros da organização, afetando clientes, reguladores e mercado financeiro. Equipamentos críticos em condições inadequadas podem gerar interrupções, perdas financeiras e até eventos catastróficos com impactos externos.

Indicadores de manutenção, como OTIF, Breakdown Frequency e tempos médios de indisponibilidade, funcionam como sistemas de alerta antecipado, permitindo identificar falhas e vulnerabilidades antes que se transformem em crises. Pesquisas do Institute of Asset Management (2020) e Reliability Engineering & System Safety (Smith et al., 2019) confirmam que o monitoramento contínuo dos ativos não apenas melhora a eficiência operacional e os resultados da companhia, mas também fortalece a resiliência organizacional.

Manter os equipamentos em ordem é, portanto, uma prática estratégica dupla: protege os resultados e atua como barreira contra crises externas. Conforme Moubray (1997) e Smith et al. (2019), muitos incidentes críticos poderiam ser antecipados se indicadores de manutenção fossem monitorados de forma estruturada, reforçando o papel preventivo da manutenção na proteção operacional e reputacional.

A manutenção estruturada transforma dados de ativos em inteligência preventiva, protegendo resultados e evitando crises externas.

 
 
 

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© 2016 por Eduardo Luiz Lozano de Campos

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